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Prof. Dr. Juarez Antônio de Sousa

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A punção na mama pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. É feita a mão livre quando se trata de nódulos palpáveis, guiada por ultra-som quando os nódulos são visíveis ao ultra-som ou guiada por estereotaxia quando os nódulos são visíveis na mamografia.

Em caso de nódulos visíveis, tanto na mamografia, como na ultrassonografia, opta-se pela punção guiada pela ultra-sonografia, pela praticidade do método, pelo maior conforto da paciente, estando a mesma com as mamas livres, durante a punção.

As punções também podem ser realizadas por ressonância magnética, porem ainda não tão freqüente no nosso meio.
No caso das punções guiadas por estereotaxia (raios-x), a paciente poderá ficar sentada ou deitada, dependendo do tipo de aparelho, e a lesão da paciente é radiografada, sendo feito um cálculo estereotáxico (espacial), da localização exata da lesão mamária.

No caso das punções guiadas por ultra-sonografia, a imagem nodular e localizada na ultra-sonografia, assim como todo o trajeto da agulha e acompanhado ao ultra-som.

Amostras do nódulo são colhidas durante a punção, que quando realizada por agulha fina, utiliza uma seringa simples de injeção com agulha fina acoplada.

Punção Aspirativa por Agulha Fina – PAAF

Para determinar a natureza de alterações na mama, é realizada a punção aspirativa por agulha fina (PAAF), que consiste na introdução de uma agulha fina, acoplada a uma seringa (figuras 1.1 e 1.2), em lesões palpáveis ou não na mama para a retirada de uma amostra de células, para exame. O posicionamento da agulha é indicado por ultrassom.

Depois de identificada a alteração, será feita assepsia da mama e uma anestesia local. Uma vez posicionada a agulha dentro da lesão, a coleta do material será iniciada com movimentos de vai-e-vem da seringa (figura 1.3). O procedimento descrito poderá ser repetido quantas vezes forem necessárias. É importante frisar que o procedimento é feito com anestesia e, portanto, é indolor.

Após a coleta, o material é identificado e enviado para a análise microscópica (figura 1.4), que é realizada por um especialista – o patologista -, médico responsável pela análise citopatológica e pelo laudo que, na maioria das vezes, define o diagnóstico final.

Poucas são as situações em que o procedimento diagnóstico por PAAF não pode ser utilizado como definitivo. É possível que a PAAF substitua a biópsia cirúrgica para diagnóstico na maioria das lesões de mama, palpáveis ou não, por apresentar menor custo, facilidade de realização, menor trauma e ótima relação custo/benefício.

A partir desse procedimento, se detectado o caráter maligno do material, o tratamento definitivo é estabelecido.

Assista ao vídeo:
http://www.drjuarez.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=118:mamografia-videos-demonstracap-paaf&catid=44:videos-dr-juarez&Itemid=69

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