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Cientistas acreditam que até 1 em cada 10 mulheres pode se beneficiar de tratamentos contra o câncer, como o medicamento tamoxifeno para o câncer de mama, mesmo antes de apresentarem sinais da doença.

Outros especialistas chamam a nova abordagem para identificar e tratar as pacientes que estão em risco de radical. Há preocupações de que a droga possa ter efeitos colaterais, como coágulos de sangue e, em alguns casos, câncer de útero.

O câncer de mama é a segunda maior causa de morte entre as mulheres, depois do câncer de pulmão. O mais recente estudo sugere que o câncer de mama pode ser combatido com a mesma abordagem de prevenção em massa que os médicos usam para reduzir a doença cardíaca, em que milhões de pacientes tomam estatinas para diminuir o colesterol.

Entre os medicamentos mais amplamente prescritos para o câncer está o tamoxifeno. Ele trabalha para reduzir os níveis de estrogênio, que faz com que muitos cânceres de mama cresçam.

O medicamento não é aprovado para uso preventivo em alguns países, como a região da Grã-Bretanha. Mas na América, por exemplo, já é usado para impedir que mulheres saudáveis desenvolvam câncer.

Apesar dos riscos, os pesquisadores acreditam que os médicos devem ser autorizados a prescrever o tamoxifeno como terapia preventiva. No futuro, drogas novas mais eficazes e menos tóxicas vão surgir. Mas hoje, as 5 a 10% das mulheres que estão em risco alto o suficiente deveriam considerar esse tratamento.

Estudos internacionais têm mostrado que o tamoxifeno reduz o risco do tipo mais comum de câncer de mama em cerca de um terço entre as mulheres com maior risco.

Os especialistas em câncer de mama recomendam o alargamento dos métodos utilizados para identificar as mulheres que estão em risco de desenvolver a doença.

Atualmente, apenas as mulheres que têm histórico familiar de câncer de mama, como uma mãe ou irmã com a doença, são geralmente consideradas para tratamentos preventivos. Porém, estudos descobriram que as mulheres que apresentam aumento da densidade da mama em exames de mamografia também estão em maior risco de desenvolver câncer.

Se a descoberta for confirmada, a densidade da mama deve ser incluída entre os fatores que identificam pacientes que poderiam se beneficiar de medicamentos para prevenir o câncer.

O objetivo dos cientistas é serem capazes de prever com precisão o risco de câncer de mama e, principalmente, quem responde a medicamentos preventivos para garantir que as mulheres recebam o tratamento mais adequado.

FONTE: www.hypescience.com

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